Lyoto Machida tem última chance de provar que ainda é um astro do UFC

O UFC 224, que acontece no sábado (12), no Rio de Janeiro, está recheado de atletas que são ou já foram astros da companhia em algum momento de suas carreiras.

Aos 39 anos, o ex-campeão dos meio-pesados do UFC quer provar que ainda tem lenha para queimar dentro da organização. Mas para isso, precisará de um desempenho bem melhor do que o apresentado nos últimos anos.

Desde seu triunfo sobre CB Dollaway, em dezembro de 2014, quando ganhou o prêmio de performance da noite, Lyoto passou por momentos delicados. O atleta foi derrotado por Luke Rockhold e Yoel Romero, dois dos principais nomes dos médios, e acabou flagrado em exame antidoping, que o deixou 18 meses afastado do octógono.

Após o longo período de inatividade, Machida foi escalado para fazer o evento principal do UFC São Paulo, em outubro de 2017. Só que o destino, mais uma vez, não sorriu para o brasileiro: um duro nocaute aplicado por Derek Brunson com apenas 2 minutos e 30 segundos de luta colocou seu futuro em xeque.

Eis que o UFC concedeu ao atleta a chance de ouro para se redimir dos recentes tropeços: uma luta principal em Belém. Todavia, pela frente estava Eryk Anders, um adversário pouco conhecido do público, mas que vinha de uma sequência de dez vitórias e nunca havia saído derrotado de uma luta.

Após cinco rounds, Lyoto teve seu braço levantado pelo árbitro após decisão dividida dos juízes, em resultado que causou a revolta de seu adversário: “Eu sinto que isso é o que acontece quando você joga fora de casa. O time da casa sempre leva a vantagem. Se (a luta) tivesse sido nos Estados Unidos, eu teria vencido, mas estamos no Brasil, na casa dele”, declarou, em entrevista coletiva após o evento.

Diante de Vitor Belfort, Lyoto terá a oportunidade de mostrar aos fãs, e especialmente ao UFC, o que virá a seguir em sua carreira. Uma vitória sobre o veterano poderia colocá-lo novamente sob os holofotes, já que, mesmo longe de seus melhores momentos, Belfort ainda é um atleta extremamente perigoso e que conta com o respeito dos fãs e rivais. Já uma nova derrota, ou até mesmo uma atuação apagada, podem colocar fim aos sonhos de o atleta voltar a ocupar o posto de campeão da organização.

Fonte: Uol

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